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Parauapebas

Rafael Ribeiro pode perder a cadeira na Câmara Municipal

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Um mandato na oposição, fadada ao insucesso de não conseguir afastar seu “adversário político”, Valmir da Integral, então prefeito. A alternativa do, na época, mais jovem vereador da Câmara de Parauapebas, foi seguir do “Se não pode vencê-lo, junte-se a ele”.
Assim foi até aqui a trajetória política de Bruno Soares, na época eleito pelo PP, deixou sua legenda e filiou-se ao PSD, partido de seu opositor, fazendo questão, inclusive, de se tornar seu Líder de Governo na Câmara.
E foi pelo PSD que Bruno Soares concorreu a reeleição, não conseguindo um novo mandato; mesmo se esforçando a ponto de cometer abuso e captação ilícita de votos, o que é conhecido popularmente como COMPRA DE VOTOS.
Mas, o caso foi denunciado à justiça eleitoral que incriminou Bruno Soares. Uma das audiências ocorreu no dia 1° de novembro quando, não se sabe porquê, suas testemunhas de defesa não compareceram em juízo. Com isso a defesa do ex-parlamentar ficou sem embasamento para sua defesa e a ação estando na fase final pode ter uma sentença proferida até o fim do ano.
Efeito dominó – Como em um jogo de tabuleiro, com uma mexida de pedra todo o cenário muda; assim também é em uma chapa eleitoral. Sendo assim, caso a sentença seja desfavorável para Bruno Soares e os votos obtidos por ele sejam invalidados muda-se o quociente eleitoral.
Simplificando: uma vaga conquistada pelo PMDB será perdida e a cadeira será assumida por DANIEL FERNANDES (PP).

Quem sai no prejuízo é o suplente do vereador Coutinho, Rafael Ribeiro (coincidentemente o  mais jovem vereador na Câmara de Parauapebas); pois, sendo suplente de Coutinho, perde imediatamente a cadeira.

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